Os raios de sol encostam-se no rosto
Num abraço sem odor,
Numa correria desenfreada pelas bermas...
Moldados na sombra o melhor amigo
Aconchega o espírito do fantasma...
Ruínas tornam-se fronteiras visíveis
Do calafrio sentido...
Cada vez mais transpiro nas chamas do sol...
O gelo afasta-se das profundezas...
Não largo a âncora de mim...
Permanece o meu cachecol
Em redor do meu pescoço...
Sou eu... É a minha identidade...