Navegar entre os esboços, tons ilegíveis de cal branca. Ossadas desmembradas no estranho local abandonado, fazem revisitar as ruínas, contornos da flutuação da imaginação. A madeira estalada, a desfazer-se no pó, a escrita de vagabundos do devaneio. Recoloca-se o passado aos olhos dos visitantes, românticos gestos que balançam na reconstrução. Esculturas de cavalo voam num bronze toque, novos seres abraçam contos de fantasias ondulantes. A nota de sombra povoa os demónios, borboletas, dragões, girafas em fogo...Arder na bíblia, dores conflituosas com mantos de cabelos. A escadaria desce de patamar em patamar, a aproximação do fogo, profana mistura de lábios, excitação descaída das mãos...