Quando percorro o infinito chego perto do apocalipse, fantasma do véu colorido de nevoeiro a cobrir as estrelas em pura fermentação. O retrato de fogo pode abrir imagens pecaminosas quando somente soletram o pergaminho da folha dobrada no suspiro. A magia reunida das brasas da lareira, mausoléu dos demónios, as teias feitas do doce vento dilacera o dorso dos cometas de fogo enquanto as máquinas trituram o tempo num silencioso compasso.

