Certas melodias ouvidas ao mergulhar do sopro são a pureza, sedentos de chegar ao último fôlego. Aquela imagem do retrato, a ultima vista gótica do suspiro, o desfile da insanidade, o veludo sedoso da Lua. Dançar à volta da pele nua, vibrando as mãos num círculo ampliado na ampulheta. Tinta da noite pincelada nas cortinas do rosto faz a atmosfera circular. Forte embriaguez acaricia os seios dos gemidos, génese dos castelos.