O som dos pequenos bosques germina o cantarolar do lago isolado. Enroladas músicas da solidão espalhada desdobram os olhos cruzados com o vento a bater sossegadamente no tempo. Escolher o labirinto insano de regar o seco “pé” cortado, excluído do interior devastado. O contemplar das chamas toca a simplicidade do pó, resquícios da loucura do último suspiro vagaroso, da corda de remoinhos a calçar a vastidão terminal das gerações. Correr, deambular...