A negra viúva reabre a cerimónia. Cegos amantes do desejo cortejam a ilusão das espalhadas videiras, linhas descarriladas de chaminés clamam a memória, enquanto os aborrecimentos dos surdos germinam. Deslocamentos subtis, arcos esboçados no vento, corredores de aragem fresca, ouvidos a pronunciar a vastidão do veneno. Desmoronadas as ruínas são os veludos embalsamados na metáfora, flechas temperadas de lábios a sugar flutuações de relíquias.