A cor púrpura dos céus escolhe os seus obreiros através das gotas. Elas caem, esventradas no esfaqueamento da escuridão, mudadas de cavernas para os altares dos precipícios. Resta a permuta caótica a despedaçar os momentos fulminantes para que sejam acolhidas na melodia do fogo.
Assim se faz a sombra do destino quando mergulhado no sabor do vento. As gotas irão partir segundo o seu trilho, na aventura louca de abrir um rumo ou simplesmente dar brisa à Alma. Absorver o Ir, embrulhar o ardor com o gemido da palavra. Partirei a saborear o desconhecido enigma da aventura. Dia 27, Porto – Paris – Praga, a linguagem do P.
Assim se faz a sombra do destino quando mergulhado no sabor do vento. As gotas irão partir segundo o seu trilho, na aventura louca de abrir um rumo ou simplesmente dar brisa à Alma. Absorver o Ir, embrulhar o ardor com o gemido da palavra. Partirei a saborear o desconhecido enigma da aventura. Dia 27, Porto – Paris – Praga, a linguagem do P.