
Roteiros de números desregulados na veste negra duma saudade, a jarra isolada da madrugada. Sorrisos das lentes captam as silhuetas das gotas, dos perfis que regozijam com a memória do país, a infiltração do compasso regado com a ampulheta das germinações. O nexo chega perto da irregularidade dos pés caçadores das mãos, do rosto esbugalhado de labirintos esculpidos no puro caminhar. O nó calça a memória na nota despida, a timidez aprisionada na sepultura das escritas, romance abraçado pela linha da espada, mão da paixão.