Viram ossadas dentro do caixão, armadura de prata coberta de pétalas orvalhadas. O reflexo benzia a madeira estalada, vento escondido da poeira, idade sem pulso. Chega o instante obscuro a pernoitar nas planícies, o tactear dos ferros doces da masmorra. O laço feito de ossos enrosca-se ao perfume do andamento helicoidal. Um batimento, um ciclone de vapores...
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Friday, August 31, 2007
Saturday, February 24, 2007
Chapinhar
Trago o olhar de mim
Enrolado na beira das falésias.
Paletes de ciclones
Alertam a intuição:
A muralha enfeita a cortina
Junto ao bosque
Onde os predadores aglomerados
Ouvem a ausência da letra...
A noite nasceu dentro da madrugada;
Estremecida força,
Túnel profundo.
A lamparina esqueceu o mergulho;
Perco a vista,
Ganho a voz...
Chapinhar na escuridão...
A sobrevivência...
Enrolado na beira das falésias.
Paletes de ciclones
Alertam a intuição:
A muralha enfeita a cortina
Junto ao bosque
Onde os predadores aglomerados
Ouvem a ausência da letra...
A noite nasceu dentro da madrugada;
Estremecida força,
Túnel profundo.
A lamparina esqueceu o mergulho;
Perco a vista,
Ganho a voz...
Chapinhar na escuridão...
A sobrevivência...
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