Os olhos brotam nas correrias do jardim, em sons de cascatas que sulcam cada recanto. Quentes águas, alucinados momentos, miar imperturbável ao desassossego. O cachecol toca os olhos do espaço a remexer encontros de seduções, onde o rebolar aconchega o ardor da impulsão intuitiva do agasalhar. A competição acopla o fértil instante, é chuva e vento, sem haver Almas deprimentes. Roçar da inocência, suspiro a gritar de desejos, o miar incessante no fôlego arrepiado dos gemidos; Assim os gatos imperturbáveis no seu deambular dão energia de prazer ao instinto, retalhando noites e dias na infindável obscenidade da metamorfose agitação. Sulcar a depravação em olhares felinos, a rapidez sequestrada num movimento que jamais poderá ser impedido de tão desejado que se torna.