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Monday, April 06, 2009

Coimbra VII

Cavalgar os carris, enroscar o desamparado apito. O insensato momento abandonado, cadastrado na miniatura do apocalipse, desesperada sala aberta da natureza, corpo dormente encaminhado pela proporcional vertigem. A esperança olvida-se da ingenuidade, a sombra escorre risos de loucura no capa do respeito. Espelho de azulejos germina nos lagos, retalhos encontrados aos soluços do intempestivo inferno, da incoerente ambígua poética. Desagua o murmurar nos cabelos afiados, nos olhos reluzentes.
A mulher relembra o esquecimento da flor, o rio da encosta, cachecol de flor… Trago o abraço.