Um encontro...Uma pausa...
Sino que toca num compasso apressado, fugidio, não sabe as horas. Toca perplexas as agitações que abriga reconciliando o segundo com o infinito a atear as fronteiras da ressurreição. As freiras sepultadas aleatoriamente no caixão do Amor escutam murmúrios, enquanto o som puro dilacera os vales assombrados. Talvez no profundo do badalar desejam o rasgar intempestivo, o néctar flamejante do desassossego que se apodera do perdão, segmentos da maldição.
Embaraçado no esconderijo cada louco sabe o sentido do orvalho. O que raramente sabe é o porquê da maldição cair dentro da sua Alma, seja ele parte da fantasia ou a própria magia, com trajecto elaborado de silhuetas integra miragens, violinos a deflagrar notas floreais. Do suspiro de sentir fica assolado, sem solução óbvia para guardar o baú das divagações.
Tormento...
Maldição...












