Não tenho pintado o coração, nem queimar minhas mãos quero, talvez apenas cheirar o chamuscar dos pêlos púbicos. Apenas deixo a respiração esvoaçar nas cicatrizes dos sons que chegam até mim. Rasgos vazios a moerem a escravidão das palavras, num toque da última tristeza que estou a tingir. A natureza é justa em seus traços, correcta na sua forma de agir, e justa no seu castigo. Mas acima de tudo, vivo acima disso, sou asas a pingar salivas de desejos até que o pólen transborda nestas brasas e gele o coração do prazer. O medo de saltar este abismo para o portão imaculado que está vidrado de flores, o caixão dos loucos, a pétala da essência, está na esquina...Olho...
Showing posts with label Medo. Show all posts
Showing posts with label Medo. Show all posts
Monday, June 05, 2006
Tuesday, April 04, 2006
M.A.D.
Medo Desespero Angústia Medo Desespero Angústia Medo Desespero Angústia Medo Desespero Angústia Medo Desespero Angústia Medo Desespero Angústia Medo Desespero Angústia Medo Desespero Angústia Medo Desespero Angústia Medo Desespero Angústia Medo Desespero Angústia Medo Desespero Angústia Medo Desespero Angústia Medo Desespero Angústia Medo Desespero Angústia Medo Desespero Angústia Medo Desespero Angústia Medo Desespero Angústia Medo Desespero Angústia Medo Desespero Angústia Medo Desespero Angústia Medo Desespero Angústia Medo Desespero Angústia Medo Desespero Angústia Medo Desespero Angústia Medo Desespero Angústia Medo Desespero Angústia Medo Desespero Angústia Medo Desespero Angústia Medo Desespero Angústia Medo Desespero Angústia Medo Desespero Angústia Medo Desespero Angústia Medo Desespero Angústia Medo Desespero Angústia Medo Desespero Angústia Medo Desespero Angústia Medo Desespero Angústia Medo Desespero Angústia Medo Desespero Angústia
Subscribe to:
Posts (Atom)