Quando estagnado no horizonte nublado, circunda os remoinhos, rebola nas folhas, e quando chega a chuva sorri com as palavras do olhar. Pinta telas com a imaginação de outros loucos, utópicos nas paisagens resplandecentes.Quando colocado na luz decadente do mundo, belo e imponente, partições que se juntam no patamar de poços deslumbrantes, ofusca o gelo revolucionando peripécias de artes decantadas.
Sente ambas de uma forma imaculada. Saltita arrepios no corredor das visões da cegueira, nas visões da infinidade. De repente no manicómio a sua escravatura transforma-se num vento áspero de delicadezas, imperceptíveis aos seus irmãos, muito menos aos “iluminados”.


















