Por dentro das roupas secas encontra-se a pele molhada a chamar o fervilhar tremido dos socalcos coloridos. O gesto tranquilo eleva a melodia à superstição do ser iletrado ao simples isolamento do mato. Na terra utópica, escondida na teoria do longínquo, a sabedoria toca os pormenores erguendo a subtileza à magia do sorriso. Há seres que são transpostos para dias que aquecem, enquanto a minha mente pinta outros órgãos. A geometria corteja os cogumelos num passo a perguntar onde se encontra o compasso.




