Showing posts with label Janela. Show all posts
Showing posts with label Janela. Show all posts

Thursday, May 01, 2008

Janela

São portas de janelas, aquelas que cobrem o veludo. Perceptível à transparência o massacre das sensações torna-se uma masmorra, uma cor destilada sobre a cruz. A voz que alimenta a insanidade ecoa em profundezas, rasga a Alma, deixando imperturbado o calor da pele. Ténue sopro enlouquece a porta de janelas.

Monday, May 22, 2006

Pó Branco

Desvio as cortinas, sinto as mãos...
Abro a janela, vejo um poço...
Os olhos cruéis despedaçam-se
Em veias de raios...

Profundidades de madeira sem sentido,
Escapo de visões fúnebres...
Palpitar, degolo-me de prazer
Exaltando as raízes de nuvens...

O pó branco desce para se
Agasalhar nas paredes húmidas,
Segrego o isolamento,
Da pureza florida...

Friday, April 28, 2006

Agora

Despenhei o rochedo na mão,
Atropelei a janela do alçapão,
Furei de espanto o olhar,
Rasguei os dedos de mágoas...

Deixei o vento soprar,
Moldei as folhas de licor,
Toquei as cordas desafinadas,
Fiquei preso no coração...

Penetrei, Penetrei-me...
Agora dedilho os olhos do mar...
Agora a mim me tenho...
Agora...Agora...Agora...Embora...

Monday, October 03, 2005

Janelas

Escamas de colher... malmequer desdobrado... toque de levitação... alvorado de penetração

...

sedução de faíscas... janela pingada...perfurar o ouvido...surdez do penhasco