Nos ardores despidos consegue-se interiorizar a nudez e Ela está sempre presente para construir o espaço mágico. Ela destila fragmentos de gemidos para ocupar o seu trono, na majestosa Catedral. Gárgulas a cavalgar, vestir a profundeza de florestas embalsamadas no manto da cerimónia.
Thursday, June 17, 2010
Crónicas duma viagem III
Nos ardores despidos consegue-se interiorizar a nudez e Ela está sempre presente para construir o espaço mágico. Ela destila fragmentos de gemidos para ocupar o seu trono, na majestosa Catedral. Gárgulas a cavalgar, vestir a profundeza de florestas embalsamadas no manto da cerimónia.
Monday, June 14, 2010
Crónicas duma viagem II
Os locais acolhedores ao Ser sabem acarinhar os vagabundos dos sentidos. Moldam-se à estátua da transparência e daí as esculturas dos patamares são a fluidez dos corvos. As maravilhas das chamas descontroladas ecoam em subtilezas circunscritas, caminhos profundos de sobreposição das camadas do destino. Sabe-se que cada pé em movimento constrói as asas do Ser. Resta saborear a intimidade...
Friday, June 11, 2010
Crónicas duma viagem I
As tabuletas do destino têm tudo definido. Nelas existem baús com os segredos guardados formando luzes de labirintos. Quanto mais explorados estes trilhos mais a vontade se espelha na Alma do Ser. A prioridade despida faz parte do esboço, como a escadaria penetra a torre e no seu manto eleva-se a viagem, tons inflamados do pó prateado.
Versailles
Thursday, May 27, 2010
A Sombra do Destino
Sainte-Chapelle e San Vito
Monday, May 17, 2010
PPP
Assim se faz a sombra do destino quando mergulhado no sabor do vento. As gotas irão partir segundo o seu trilho, na aventura louca de abrir um rumo ou simplesmente dar brisa à Alma. Absorver o Ir, embrulhar o ardor com o gemido da palavra. Partirei a saborear o desconhecido enigma da aventura. Dia 27, Porto – Paris – Praga, a linguagem do P.
Monday, May 10, 2010
Entrevista
PESNUS – Obrigado por nos ter concedido esta entrevista sua Eminência Digníssima.
Sr. XXX – De nada. O cofre de Deus está mais recheado…
PESNUS – Tem uma bela decoração as suas catacumbas. De onde provém tanta imaginação?
Sr. XXX – Os meus 265 antepassados é que sabem. Eu estou aqui há pouco tempo e desconhecia este lugar. Um homem com uns cornos na cabeça aconselhou-me o local para meditação. Até me deu uma pata de cabra de qual fiz um brinco, que ponho quando adormeço. Agora venho para aqui com as minhas crianças a jogar ao berlinde e fazer desenhos nas paredes como na altura do Neandertal.
PESNUS – Neandertal!!!!
Sr. XXX – Desculpa. Desde Adão e Eva.
PESNUS – O camauro fica-lhe bem. Não tem medo do frio?
Sr. XXX – O frio é meu amigo de infância. A minha vida é dedicada a valores maiores. Valores de convivência com os peixes dos rios subterrâneos. De vez em quando lá acendo a lareira para ver como tudo se desfaz em cinzas. Faço sementeiras de cinzas pelo céu para ficar com menos trânsito aéreo e fazer as minhas viagens com Deus ao meu lado. Ajudar as Almas terrenas é o meu lema deste pequenino.
PESNUS – Como passa os seus dias?
Sr. XXX – Tenho escrito sobre o tempo e de como ele influencia os banquetes das mulheres virgens. Vim parar a este cargo quase aos trambolhões, nem o queria aceitar e agora tenho que cumprir o meu papel de sacerdote das Almas Puras. Os aguaceiros quando caem nos corpos fazem com que haja uma infiltração nasal parecida aos vulcões, muito proveitosa para de aí se extrair o sémen da fertilidade.
PESNUS – Tem sentido falta dos prazeres terrenos?
Sr. XXX – Jamais, nem sei o que é isso. O único prazer que tenho é olhar para a praça full ou fool de fiéis, acolher os seus dotes, ajudar os mais desfavorecidos durante algumas alturas do ano quando olho para eles da minha janela no vigésimo terceiro andar. Como ando com os bolsos rotos algumas pessoas podem cair…
PESNUS – Costuma usar algum amuleto?
Sr. XXX – Tenho uma cruz… do tempo de juventude…
PESNUS – Suástica?
Sr. XXX – NÃO! NÃO! NÃO!
PESNUS – O que pensa de Portugal?
Sr. XXX – Quanto ao país, conheço muito pouco. Sei que fica perto da Rússia. O meu antepassado directo dizia bem dele e da sua ginjinha. As pessoas devem ser humildes. Fizeram 50 mil hóstias para eu comer. Gente bondosa. Vou levar algumas nos bolsos para entreter os dentes o ano inteiro.
PESNUS – Agradecido por esta entrevista.
Sr. XXX – Aos pastorinhos o queijo da santidade. Bendito sejam os estados laicos com montes de feriados católicos. Por ultimo deixo uma recomendação: Deus afaste as crianças dos Bispos como eu me afasto da palavra dos crentes.
Preservo o preservar…
Foto ao Vento do Sr. XXX
Wednesday, April 28, 2010
Jardim Botânico do Porto
Há cantos onde as cores perfumam as vistas, basta ir de encontro a eles, explorar as profundezas do tempo vagaroso e sabe-se que a Alma é recolhida no sopro da natureza. Existem múltiplos lugares na cidade do Porto para que isso aconteça, o Jardim botânico é um deles. Nesta altura espalha cores nos soluços das suas envolvências, as flores gemem de fragrâncias, os seios das pétalas pingam os tecidos feitos da nudez dos anéis. Mantos de folhas verdes enroscam-se aos galhos, com os cabelos a deslizarem nos dedos de fogo dos raios solares. Entra-se nas pedras de vulcões quando os gatos rebolam na suavidade das sombras a procurar o chorar das águas ou o movimento inquieto dos pássaros. Tudo se harmoniza na vastidão dos pequenos labirintos, dos lagos germinados no além, dos cactos de pele infernal, das estufas que procriam a semente da insanidade, colher a pétala de esboços. Existe pedaços que deflagram em espinhos flutuantes nos nenúfares, rejubilam botões de cataratas nos filamentos das fugas impossíveis. Esferas a badalar assombrações na gruta mágica da cidade.

Thursday, April 22, 2010
Linhares I
A natureza mantém-se intacta, com as nervuras nas cascas dos caminhos. A mobilidade do vento faz os movimentos sensuais transbordar de prazer ao toque subterrâneo. Pé atrás de pé no dorso da terra ardente, de chuva coberta.
Quando os riachos eram elaborados com o orvalho da manhã o tempo passava devagar ao som dos grilos nas árduas tarefas dos chapéus. A lenha estalava debaixo dos pés pelo trilho aberto nos montes, fogo vagaroso que o manto clama. As pedras dispostas nas paredes aninham-se umas às outras ouvindo o piar dos pássaros, leito das giestas, ardor. Tudo se funde na harmonia, no despertar dos aromas misturados. O som da água a escorrer, compasso da tranquilidade a gemer o seu encanto. Destilar arvore despidas, dedilhar as ervas verdes, a brisa soletra notas que as aves acolhem na sua melodia única. A terra molhada ferve de pujança a adornar os raios de sol, envolvendo os carrascos, a cobertura das sombra a pintar o tempo. O estado selvagem da natureza brota com energia abrindo poços aos poços, deixando transparecer a sua fecundidade, como no passado, somente a ausência dos Seres, dos avós, presentes no carinho dos céus.
Thursday, April 15, 2010
Mulheres
Tuesday, March 09, 2010
Ir
Aos raios das trevas a questão é ingerir a visão na sombra desconhecida de acreditar na sequência do destino, não um destino qualquer mas o destino em que não importa se a folha se encontra embebida ou bêbeda de melancolias.
Aos raios das luzes é necessário visionar a tabela das encruzilhas, destilar o orvalho para após alguma reflexão partir no trilho do desconhecido.
Ir, sem questionar o Ir!
Thursday, February 25, 2010
Calvin, Hobbes e companhia
Calvin - Socorro! O vento está a soprar outra vez! Espera! Vamos cair!
Calvin - AH! Recebi a carta que escrevi para mim mesmo!
Calvin - Porque hei-de ser EU a mudar o mundo?!
Calvin - Estava secretamente à espera de uma explosão ensurdecedora.
Calvin - A vida é cheia de possibilidades impossíveis.
Calvin - A arte não tem a ver com ideias. Tem a ver come estilo.
Hobbes - Olha, uma cobra!
Calvin – Quando uma pessoa pára a meio de uma frase para escolher uma palavra, é a melhora altura para aproveitar e mudar de assunto!
Calvin- UÁU! Estou rico! Posso ter tudo o que quero! As minhas orações foram ouvidas!
Susie – “Quando a vida te dá um limão, faz limonada”
Hobbes – O problema com as novas experiências é que raramente são as que escolhemos
"
Calvin&Hobbes - É um mundo mágico - Bill Watterson
A felicidade de jogar Calvinbola é o sorriso da imaginação flutuante.
Tuesday, February 02, 2010
Desconhecida Vertigem
2. A atracção é o vazio da ausência.
3. Descer no interior incerto, descair no exterior certo.
4. A insanidade despida é uma melancolia.
5. Atalhar no labirinto, dilacerar o cordel do infinito.
6. A respiração tem o rumo do destino.
7. Os escravos devoram os pormenores.
8. Quem nunca procura, raramente encontra a vontade.
9. Esquece o esquecimento.
10. O sofrimento está nu enquanto o mergulho for profundo.
11. Vislumbrar a solidão como a morte adiada.
12. Acariciar o enigma do silêncio é o terror dos poços.
13. Ao sentir um salpico, a Alma estremece e fica despida.
14. O fogo é a maldição dos esquecidos.
15. Ciclo do ponteiro, ruído infernal da surdez.
16. Quando a timidez geme, recantos das silhuetas são a fuga do orvalho.
17. Explicar a omissão é algo perfurado pelo inexplicado.
18. Questionar o vazio tem o sentido de questionar o todo.
19. A lógica sustém o inatingível do olhar.
20. Construir a dor no castelo das vertigens é a muralha de um Louco.
21. Num ribeiro a cegonha é o palco esverdeado.
22. Se tiveres a abranger as masmorras, dilacera o corpo, e deixa a Alma no estado de sofreguidão.
23. Quando os segundos de articulação alucinam a excitação, troca de gatilho.
Thursday, January 07, 2010
Santa do Devaneio
Na mistura do holocausto
Ó Santa do devaneio traz a loucura
No caldeirão das faíscas
O caos dos relâmpagos
Capta a fonte no suspiro
Ó Santa, Ó Santa, Ó Santa
O Crucificado toca o pássaro da lareira
Dilacerado sobre o manto do hospício
Com o céu em fogo encaminha a insanidade dos cegos
Para o barco dos fantasmas
Santa do Aleluia, Santa do Aleluia, Santa do Aleluia
Afunda a Onda, Afunda os Náufragos
Monday, December 14, 2009
Parabéns DarkViolet
Saber ler o mundo no desespero do mapa da simbologia é a maior questão do Ser. Quanto se ouve o gaguejar do estremecimento esticando o perfume do puro instinto na hilariante mistura dos fantasmas, a Alma perfura o alarme desorientado. São os gritos da essência do Ser a pintar o palco com trovões, envolvendo a nudez para manipular o esvoaçar do ninho. A moradia das asas é o sopro da inconstância por isso o mergulho são telas misturadas ao acaso do destino, esmigalhar fervente da frincha do vento. Pestanejar o ardor das nuvens dentro da montanha cria a frenética caça dos salpicos, aí apanho os suculentos trovões dos fantasmas e esboço a minha própria árvore do qual cavalgo como um louco nos galhos, agasalhado nas folhas recortadas no Inferno das tempestades. Ondulações uivantes...
PARABÉNS DARKVIOLET
Wednesday, December 09, 2009
Trilho da Beleza
Tuesday, December 01, 2009
Carruagem Branca
Wednesday, November 25, 2009
Danças de Outono
Imagem retirada da internetSaturday, November 21, 2009
Punhais de Lava
Imagem retirada da internet
Thursday, November 19, 2009
Muralha dos Excluídos
"Muralha à Maresia (Fajãzinha da Alagoa, Agualva)"
Wednesday, November 18, 2009
Cavaleiros do Fogo
Imagem retirada da net
Sunday, November 15, 2009
Filhos da Alma
Algures na cidade de Paris
Saturday, November 14, 2009
Esqueleto
A resposta está nos corredores inalcançáveis que a embriaguez das tempestades colhe, por isso os pincéis do tempo fazem parte do devaneio das criaturas demoníacas que sabem onde penetram, e de lá rabiscam os seus sulcos de intimidades.
Algures na cidade do Porto
Tuesday, November 10, 2009
Puro Vento
Dança o toque das madeiras assombradas nos dedos embebidos de licores, cada sulco de tempo é misturado naqueles que perante a fonte sabem escutar, entranhar as gotas do fluxo, visões alucinantes dos Seres inquietantes com o transbordo da leveza.
Monday, November 02, 2009
Lágrimas Lunares
Saturday, October 31, 2009
Carpinteiro
Monday, October 26, 2009
Dead Train
Nas profundezas, os Seres sentem-se enforcados, uma agonia a triturar o galope da locomotiva num incessante respirar de um palco inacabado.
Thursday, October 22, 2009
Abismos de Sons
Tsimmmmmmm (Prolongado)
As pétalas no orvalho das serenatas,
A vastidão rouca grita no caos
Pim (Profundo)
Ensurdecedoras grades da liberdade
Dentro dos refugiados,
Inalcançável Poder da criação
Pim Pim Pim (Gota sonora)
O abismo emocionalmente perdido
Nos toques do infinito
Serpenteia a captação selvagem da lava
Slim Raspim Slim
Tlim Tlim Tlim (Sino uivante)
Fluxo de sinos a pingar o terror das Almas
Sons uivantes a ruminar relâmpagos
Chaplim Chaplim Chaplim (Toque no charco)
Thursday, October 15, 2009
Monólogo
Por isso cada veia do Ser jamais está mergulhado num monólogo, alimenta-se e sacia-se sempre do labirinto na borda selvagem das pontes com as correntes de licores escavadas ao relento da nudez.
Imagem tirada da netWednesday, October 07, 2009
Rezar
Wednesday, September 30, 2009
Carroça de Cordas
As portas estão manipuladas por cordas invisíveis, daquelas feitas de licores roxos envenenadas, tão saborosas que se abrem com a ventania do dorso das escadas. Incompreendido pela memória, o abre-latas chove poeiras sobre o papel, som entretido aos rascunhos das sementes do além. A carroça prepara-se com a tremenda vontade de a encher com magias, e com aquelas estaladiças divagações que fazem os sorrisos serem o palco dos voos saltitantes.
Imagem tirada da net
Tuesday, September 22, 2009
Ferve Outono
Esta essência estremece o vento até ele sulcar rabiscos da ribeira por entre colinas desconhecidas aos olhos, mas entranhadas aos sentidos. Na mistura aponta-se para as estrelas para elas deixarem cair seus filamentos no perfume da Alma, no caos das silhuetas.
Tuesday, September 08, 2009
Oxigénio para o Génio
Oxigénio para o génio
Destilação para a oração
Oxigénio para o génio
Destilação para a oração
Oxigénio para o génio
Destilação para a oração
Wednesday, August 26, 2009
Vinho
Wednesday, August 19, 2009
Sopro da Figueira
Imagem retirada da net - Autoria desconhecida
Thursday, August 13, 2009
Nocturna Paisagem
Imagem retirada da net - Autoria desconhecida
Wednesday, August 05, 2009
Lua Purificadora
Imagem retirada da net - Autoria desconhecida
Tuesday, July 28, 2009
Notas de Galhos
Abraçai sempre as vossas essências...
Galeria de Manoel Soares de A. Neto - Pássaro nos Galhos
Saturday, July 25, 2009
Mergulho no Brilho
Regam a pele, regam o céu…
Nos pingos com sabor a remoinho
O carinho da corrente ondula
Junto da arqueada ponte
Descai o mergulho das mãos
No assento dos lábios.
Veneno cava sozinho
O absorver das silhuetas
Impregnadas
A Muralha sente o fluxo
Da ampulheta.
Devorar a Alma
Devorar a essência
Devorar o horizonte do mar
No brilho intenso do Tear das luzes
*Dedicado ao Funicular dos Guindais, Porto
Monday, July 20, 2009
Sina
Baseado na leitura da Obra de Didier Comés, Silêncio – 1- A Iniciação e 2- A Vingança.
Foto da capa do livro, A Iniciação de Didier Comés, tirada da net
Tuesday, July 14, 2009
Cego
A solidão catapulta alucinações distribuídas em mantos aleatórios, pintadas pela escuridão enturvada do fresco cálice. A mão segura firmemente o horizonte, e todo o Ser mergulha num ápice na construção do caos; imagem flutuante do Cego, mágico pernoitar da eternidade no amadurecido néctar da captação insaciável. Em tudo isto todos os Cegos fazem seu rendilhado esboço.
Cego não vê; Cego semeia, rega, colhe a Alma…
Bonsai Por Walter Paul
Saturday, July 11, 2009
Pó Virgem
Tuesday, July 07, 2009
Tristeza da Lua
O palco da tristeza está apresentado. Agora a Lua acolherá a sobrevivência do Ser na sua imaculada vontade de absorver os pigmentos, o propagar dos recônditos fumos.
Galeria de Paul il Ramingo
Thursday, July 02, 2009
Respiração Desfolhada
Sunday, June 28, 2009
Mosaico de Salpicos
Alan Jaras - Light Photography
Thursday, June 25, 2009
Pés Descalços
Imagem retirada da net
Monday, June 22, 2009
Máquinas Infernais

Friday, June 19, 2009
Friday, June 12, 2009
Trilho do Crescimento
No recanto o pipo aguarda a semente do seu néctar, envolvido na dormência efervescente do êxtase perturbado. Trepar na delícia do prazer que os lábios irão ritmar esse pulsar num imaculado resplandecer das misturas.
Wednesday, June 10, 2009
Chuva Rasgada

Saturday, June 06, 2009
Suspiro Oriental
P.S: Uma das séries que cativou a minha infância- Kung Fu
Monday, June 01, 2009
Galhos de Outono
O Pequenote orvalha sorrisos no infinito do dia, espírito de Outono.
Thursday, May 28, 2009
Galopar Labirintos
Cortam a verdura,
Parados a esburacar as saliências,
Regelados a cantarolar o pingar.
Sinopse das folhagens augura
Veias do destino,
Sempre a olvidar a leveza
Dos pássaros entretidos
Transparência opaca oprime o esquecimento na medida incerta dum desvio irregular provocado nos limites sombreados das esquinas encurtadas. É preciso passear com o teatro das imagens pendurado na imaginação, estabelecer o labirinto aberto ao desconhecido.

