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Pedaço do corpo espalmado pelo tempo fazem soar as badaladas, que tocam no meio da areia que foge. Entrelaçar o voo do passaro amarrado, sem puder suspirar, apenas poder esconder os olhos na pele. Díficil resvalar de linhas que se misturam em tons de espasmos. Caminha-se nas folhas secas do Outono, secando as lágrimas de vertigens diferentes. Nas várias gerações que passam tenho a percepção que a fuga das ravinas só culmina na recordação.
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