Existe a contracção do organismo, o peito a desfalecer, a memória expande-se até ao limite. Foda-se; Pode-se por vezes escolher o lugar da morte, o subterrâneo da última sensação. O sopro é um apelo frio, um resto áspero da queda infinita. Estou perturbado. A memória está em expansão, quase a explodir. Para onde? Para que lugar? Para que tremidos orifícios? Não há resposta. Há múltiplas respostas. Toma-se um ponto como objectivo, aquele que pinga como orvalho desfalecido, e tudo treme de forma gélida, concentrada. O corpo e a mente juntam-se no abismo da tentação fúnebre. Cada estímulo pode desaguar num sentido ambíguo, uma flecha rude que marca o destino. Rasga-se tudo e o tempo passa à frente do fluxo.
ESBOÇOS DE NUS
Thursday, January 19, 2012
Tuesday, September 06, 2011
Vann Nath
Quando de repente se ouve o estrondo das tintas a rasgar o passado, questiona-se a forma de como os relâmpagos estiveram cegos ou não puderam revoltar-se. O metabolismo torna-se impotente, fica na sofreguidão de um apodrecimento lento, duma forma crua de solidão imposta. O objecto humano é torturado até ao último grito, fazendo eco sem o som se propagar. São lagos de sangue, caveiras de dor a desembargar naufrágios, mutilação absorvida. As Estrelas brilham intensamente no interior apesar de toda a atrocidade, de todos os fantasmas sem misericórdia.
Sunday, July 31, 2011
A Arte
Quando se encaminha para observação da arte é preciso saber que nesse momento o Ser é executado. Todos os sentidos entrarão no processo de absorção, catapultando para o extermínio de qualquer forma de retorno ao momento anterior. Todo o Ser despedaça-se, jamais para germinar, nunca mais para criar um trilho de pureza.
Friday, July 08, 2011
Saturday, May 21, 2011
Estepes Ucranianas - Ucrânia
Campos afundam a paisagem a transbordar o horizonte na fogueira da Alma. Escuto as casas assombradas que se escondem nos labirintos dos nevoeiros, romper a demência, clamar pela solidão de trotear os assobios das trovoadas. A alucinação mergulha no prado do não retorno, corredores de claridade esfumada, moldada no invisível arrepio. Grito para ouvir o silêncio, ouço o silêncio para tocar o orvalho, toco o orvalho para elevar a Alma. Enquanto isso os cavalos estremecem a terra, criando o terramoto das estepes. O sentimento esvoaça com ardor, uma brisa, uma ventania, a leveza intacta.
Sunday, May 15, 2011
Campo de Auschwitz - Polónia
Sente-se o canibalismo evaporado, a visão dos sapatos libertos dos Seres. O ar está entrincheirado em arame farpado que rasga as tripas e se infiltra no desespero. Fornos encapuçados de pessoas, amontoados labirintos para o sofrimento, a monstruosidade para não olvidar. É quase impossível não sentir tanto esmagamento numa pessoa num só lugar. O corpo fica apertado, tão gélido que se ouve o ranger nos campos que incendeiam Auschwitz. Um rabisco na parede ou na madeira, a rudeza de um grito cobarde a amedrontar o inocente perdido. Para contrariar o passado no presente é preciso não deixar aprisionar os gritos e não pintar as celas com nevoeiro.
Atrocidade humana no estado puro da irracionalidade. O ódio de dilacerar preso em si na contemplação de ficar nas masmorras, no isolamento da solidão. Afinal é brincar com a vida, minar o seu próprio Ser.
Atrocidade humana no estado puro da irracionalidade. O ódio de dilacerar preso em si na contemplação de ficar nas masmorras, no isolamento da solidão. Afinal é brincar com a vida, minar o seu próprio Ser.
Wednesday, May 11, 2011
Desfiladeiro de Vintgar - Eslovénia
As rochas quase se tocam a beijar o tormento. A garganta ecoa as águas aos trambolhões. Fecho os olhos sinto-me entranhado neste bálsamo de sensações. As mãos tocam a brandura do som no vento, na mistura impaciente de afunilar o atrevimento bruto, derramar a eternidade na sobrevivência da queda das sombras. Os raios solares penetram timidamente numa brisa desconcertante; a sedução de saciar a chama, de despir as rochas com o orvalho das árvores.
Quando se mistura o eclipse com o afunilar da água os sentidos tremem de ansiedade. Tudo volta a ser captado com o cálice do momento infernal. Aqueles murmúrios descaem dentro do Ser em cânticos a criar sinfonias. Pinga o orvalho.
Quando se mistura o eclipse com o afunilar da água os sentidos tremem de ansiedade. Tudo volta a ser captado com o cálice do momento infernal. Aqueles murmúrios descaem dentro do Ser em cânticos a criar sinfonias. Pinga o orvalho.
Friday, May 06, 2011
Parque Nacional Plitvice - Croácia
As águas desaguam numa frenética ebulição, povoam os segredos de se unificarem, de restabelecer o equilíbrio do paraíso. Do toque cavernoso do bosque a crepitar balas de outros tempos, germina o incêndio do fluxo intemporal da natureza. Há o momento de agrupar a paz, unir o estado de harmonia, deixar florescer o gelo para colher as flores que despontam pelos espaços vazios num festival de cores. As cores assobiam pelas aberturas dos ramos, acolhe a melodia dos animais, dando á Alma a sustentação de se preencher com as subtilezas das magias deste paraíso Croata.
Sunday, May 01, 2011
Fortaleza de Golubac - Sérvia
A estrutura de torres viradas para o céu faz transparecer remoinhos de ventania. Vento que sabe enlaçar-se às carícias das águas, estimular a energia do aconchego. Quando a protecção das muralhas clama esta companhia, a notas entram em partilha mútua. Tudo se envolve como de um coração se tratasse, estrondos abertos ao deambular da vontade. Nas beiras das torres os canhões gemem como calhaus isolados, contemplar a oscilação titubeante de mergulhar nos subterrâneos das cavernas. Congelo os pés ao mergulhar o relevo incerto no íntimo fluxo da floresta. Tudo se conjuga para amontoar as virtudes no coração, na teia explosiva das torres.
Wednesday, April 27, 2011
Castelo de Hunyad - Roménia
O sangue brota nas esquinas das torres, reflexo perturbado pelas escadas que se enroscam em masmorras perpétuas. O sopro debruçado de empalamentos é a brisa suave perante o Ser no seu estado mais íntimo. Geme a visibilidade da transparência a colmatar a solidão imposta. A fúria intempestiva de rasgar o tempo permanece sem limite, sem fronteiras. Fase ao quebrar das grades as mutações cavalgantes torna o eriçado ardor a justiça de tornar as veias uma colmeia de degraus para saborear o estímulo dos sentidos embriagados.
Preencho a fogueira com o estalar frenético do corpo em chamas. Os pedaços desfragmentam-se ao sabor da insaciável combustão. Retemperar as grades do inferno.
Preencho a fogueira com o estalar frenético do corpo em chamas. Os pedaços desfragmentam-se ao sabor da insaciável combustão. Retemperar as grades do inferno.
Friday, April 22, 2011
Trigrad - Bulgária
Escuto os demónios invadirem a minha mente, a afunilar demências em puros abismos. Qualquer configuração simboliza o estreito trilho entre enlouquecer e endoidecer, contemplar estados vigorosos na permutação aflitiva de penetrar e não querer sair. Sufocar em suspiros, completa forma de guardar o eco na exteriorização dos gritos. A intimidade permuta com o fluxo da natureza num vai e vêm a prolongar o instantâneo. Não existe nenhuma margem para a sobrevivência, somente o tremor de galgar temperos de água insana num dialecto impronunciável. Quando as cordas são colocadas no alto dos penhascos, o som de voar apregoa ao vento para suster o fôlego. O fôlego respira demónios que foram e nunca mais voltaram a outras paragens senão a esta de Trigrad.
Monday, April 18, 2011
Estreito de Bósforo - Turquia
Este estreito é uma fronteira entre dois continentes, num sítio onde a água entrelaça sangue derramado, tesouros perdidos, balas de canhão ou ossadas afundadas. Suas margens morram castelos, combates de honra, ou cobardes roubos, ou autênticos massacres.
Os barcos flutuam freneticamente ora saindo ora entrando no Mar Negro, pérolas a estremecer a extremidade para puder sentir o oriente entrar nos sentidos do Ser. A coloração das variedades inunda os mercados de Istambul, a povoar o encontro das várias culturas num toque de lamparinas que escuta o balançar das estrelas brilhantes. Ausento-me dos meus ossos, vou até aos meandros do por do sol para incendiar o gelo sepultado no coração.
Os barcos flutuam freneticamente ora saindo ora entrando no Mar Negro, pérolas a estremecer a extremidade para puder sentir o oriente entrar nos sentidos do Ser. A coloração das variedades inunda os mercados de Istambul, a povoar o encontro das várias culturas num toque de lamparinas que escuta o balançar das estrelas brilhantes. Ausento-me dos meus ossos, vou até aos meandros do por do sol para incendiar o gelo sepultado no coração.
Tuesday, April 12, 2011
Eufrates Tigre - Mesopotâmia
As notas da lira propagam-se pelos rios, inundando as lanças que rompem a escadaria dos céus. O silêncio obscuro da areia cava os tempos de prosperidade, túmulos irrigados de abastados medos. A confusa ideia tortura o Ser, deixa-me suspenso na angústia de estimular as riquezas do passado. Todos os locais tem no seu âmago a criação de labaredas, em que quando se regressa se sente a ausência a perfurar a saudade. São estes remoinhos a espreitar a água do deserto que faz desabrochar formas alternativas de simbiose. Cultivar a propagação dos secretos, a incógnita tecla de brilhar além do firmamento, Lunar desejo de ficar impregnado pelos irmãos.
Thursday, April 07, 2011
Petra - Jordânia
A pedra foi escavada numa meticulosa tarefa, árdua forma de semear o labirinto, de escorregar na penumbra dos tempos. Flutuar nas gargantas abertas das rochas, vislumbrar tesouros banhados em túmulos, gargalos de licores aromatizados. O vento escorre por estas vielas, mercadores dos tempos que as trilhavam com os camelos enchiam bolsas de magia. Enquanto a fé perdurar, as subtilezas do pó vaguearão como tempestades remotas que se aproximarão num ápice, se aninharão nas ruínas até elas incendiarem incessantemente na cordilheira das delicadezas.
Ouço a agitação dos murmúrios das ossadas brindarem a vinda da ceifa dos vivos. Mais fundo a iluminação escurece, mais as cavernas se tornam visionárias. Escritas que as pedras não escondem.
Ouço a agitação dos murmúrios das ossadas brindarem a vinda da ceifa dos vivos. Mais fundo a iluminação escurece, mais as cavernas se tornam visionárias. Escritas que as pedras não escondem.
Saturday, April 02, 2011
Jerusalém
Enfrasco os pecados do corpo no fluxo embebido do veneno. Gota a gota escuto o tombar dos relâmpagos, cruzes esboçadas na pele, ensanguentadas vestes do delírio. A salvação fica pendurada no enforcamento dos tesouros, cravar o papel para que de lá se queime a maldição, se funde os abismos no olhar da transparência.
Conturbadas masmorras que o céu oferece como dádivas da oração divina. São ramos de flores descritas nas oliveiras, no mundo que deveria ser de harmonia e é de conflitos permanentes pelo vazio. Quando o silêncio apregoa pelas lágrimas, a pureza tem que vir num abraço para germinar sorrisos.
Conturbadas masmorras que o céu oferece como dádivas da oração divina. São ramos de flores descritas nas oliveiras, no mundo que deveria ser de harmonia e é de conflitos permanentes pelo vazio. Quando o silêncio apregoa pelas lágrimas, a pureza tem que vir num abraço para germinar sorrisos.
Sunday, March 27, 2011
Egipto
O ritual de escutar os mortos comprime-se com o sol a expor-se à escuridão. Habitar a pedra para fundir a eternidade, escalar para chegar ao ponto de fogo, o céu. Germinar nas margens do Nilo onde a serpente se ergue tornando o reino um amuleto sagrado. A água é a bênção dos Deuses, néctar escrito nos papiros do qual bebo do cálice das minhas mãos. A barba escorre da face deixando a nudez mostrar o desejo da insanidade.
Se provo o veneno torno-me um Demónio amaldiçoado, uma chama que sopra ao contrário das tentações, mergulhado em devaneios de sentir o chicote a estalar, a pingar o sangue de voar colado a timidez. Há um sentimento torturado no odor que se espalha, a energia da deambulação a cativar os pés, agraciar a leveza com o pecado da dor.
Intimamente envolvo o Nilo na pele...
Se provo o veneno torno-me um Demónio amaldiçoado, uma chama que sopra ao contrário das tentações, mergulhado em devaneios de sentir o chicote a estalar, a pingar o sangue de voar colado a timidez. Há um sentimento torturado no odor que se espalha, a energia da deambulação a cativar os pés, agraciar a leveza com o pecado da dor.
Intimamente envolvo o Nilo na pele...
Tuesday, March 22, 2011
Pompeia - Itália
O terminal da exaustão perturba as cinzas, perfurar o espaço vazio, escava sepulturas. A erupção catapulta um cemitério no desespero da sobrevivência. Não desgosto de vaguear pelas ruínas, ou de entranhar as vivências. Cada fragmento absorvido pinga, cada grito ainda se ouve pelas ruas de pedra, pelos edifícios desmembrados da sua protecção. O silêncio a silenciar-se, a fuga que se torna impossível, o destino a cumprir um soterramento da Alma dum povo. Esta tela pintada com cinzas lubrifica o terror, um tempo antigo, mas o que me deixa perplexo é como se pode esquecer de uma terra por 1600 anos e dos seus habitantes? A humanidade por vezes esquece os seus para não deixar ser amaldiçoado pelo pânico interno.
Ficaram as estátuas a carbonizar o tempo, corpos mumificados que rezam pela salvação, numa mobilidade que rasga a vertigem num descanso interminável.
Ficaram as estátuas a carbonizar o tempo, corpos mumificados que rezam pela salvação, numa mobilidade que rasga a vertigem num descanso interminável.
Wednesday, March 16, 2011
Florença - Itália
Esboçar uma tela, criar uma estátua, pingar uma ponte, abrir a corrente e deleitar-me na fonte. Quanto a Arte se molda ao Ser resta deixar a vontade mergulhar, ir à procura do instinto, os ramos da sobrevivência. Jamais a lapidação da pessoa se pode militar ao básico, por isso a procura de catapultar a imaginação para o patamar do inconsciente revela no estado afundado o grito para visualizar a loucura e dela esmagar a melodia em suaves toques de subtilezas desejadas. As portas gemem quando as janelas estão congeladas na sua forma derretida. Tudo flui na harmonia de captar a sensibilidade, a busca do pormenor ínfimo a resvalar na corrente aberta ao olhar, ao coração.
Friday, March 11, 2011
Córsega (França) - Sardenha (Itália)
Existe sempre um estado em que as Almas Gémeas se encontram e de lá mergulham num sopro infinito para a caverna das sensações. A busca interminável poderia acabar aqui, neste fosso que junta e separa, mas o que faz é brilhar o esplendor de se unirem é de saber que estão perto, de poderem sempre acariciar quando os sentidos deixarem de existir. O choque das águas revolta os demónios das profundezas mas deixa no seu manto uma água cristalina, escavações dedilhadas ao sabor de delicadezas. Quando os olhos saltitam cria-se uma corda que une estas tuas terras, as germina num apocalipse de virtudes, a Santa Teresa e Bonifácio.
Saturday, March 05, 2011
Saorge - França
Pinto ao fundo as montanhas de neve, nas minhas costas é o recolho das brasas. As casas penetram o céu nas escarpas da encosta, sendo uma donzela a tecer a silhueta num pincel. Estão juntas a roçarem os sentimentos esventrados. Pele nua em tecidos banhados. A serpente moldada toca os brincos coloridos, solta os sinos para uivar para a eternidade dos sons. Os fios de cabelo deslizam como doces pedras no dorso da água, regando o meu seio, deixando o perfume das folhas nos Altares. Quando se escuta o sussurro dos murmúrios o coração bate e resvala para o tricotar da dança privada da natureza, um bater estremecido na delicadeza retardada de enlaçar o fragmento perdido, a pérola de entranhar.
Tuesday, March 01, 2011
Avignon - França
A ponte que acaba no rio, que se afunda no abismo, recolhe as queimaduras do inferno. Ponho as folhas secas que sobram da arca no cabelo, consagro a moldura de um boneco de neve e espeto-lhe a navalha de sangue nos seus pecados. Escore o sangue cheio de veneno para suavizar a sede do poder dos cegos. Cavo uma sepultura de neve, enterro-me num repouso ardente. Permaneço o peregrino de unhas negras que germina no frio da Alma ancorada ao trilho amaldiçoado dos galhos dispersos. Lapidar o corpo perante o destino, banquete estendido para jamais ser extinto pelos homens.
Saturday, February 26, 2011
Floresta Negra - Alemanha
Sinto a densidade entranhar meus poros, os troncos a semear os meus pés de flechas prateadas, a vertigem de procurar o abismo das sensações. Elevo a água aos céus, o fogo ao corpo, deixo o pousio rebolar no meu interior, um assobio vulcânico de condensar os gemidos nos ecos prolongados dos sussurros. Perco-me sem me perder, afundo-me na escuridão num pestanejar enlouquecido. Propago o som pelas montanhas, pelo arvoredo que esconde os tesouros, rodopio enquanto escuto os pássaros a fazer a loucura de se abraçarem nos galhos sedutores.
A entrega procura o murmúrio incerto, fonte que faz brotar o escuto de permanecer resguardado, sem ser olhado mas estar a ser sentido.
A entrega procura o murmúrio incerto, fonte que faz brotar o escuto de permanecer resguardado, sem ser olhado mas estar a ser sentido.
Monday, February 21, 2011
Gutenfels - Alemanha
Nas entrelaçadas correntes do Reno o devaneio faz esculpir o desejo de regressar à delicadeza. Estas paisagens são fogueiras que aquecem o coração, vigiam o homem para ele não cair na tentação de fugir para o paraíso dos Deuses. Enquanto os remos sulcam o vento, as margens atravessam as cinzas das armaduras, fortalezas fundidas no olhar repousado no horizonte de fogo. Abre-se uma janela, tem-se o deslizar contínuo, a promessa anunciada de ser engolido por um remoinho de prazeres.
Sinto o vinho do Douro a estremecer nas veias quando navego o corpo no afogamento da sensibilidade. A semelhante a aproximar o devaneio, subtil forma de interiorizar a casa que habita em cada um de nós. O esplendor renasce na germinação do fluxo.
Sinto o vinho do Douro a estremecer nas veias quando navego o corpo no afogamento da sensibilidade. A semelhante a aproximar o devaneio, subtil forma de interiorizar a casa que habita em cada um de nós. O esplendor renasce na germinação do fluxo.
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