Tuesday, November 28, 2006

Trovões Silenciosos

O som da chuva escorrega na minha mão
A salpicar orvalhados altares...

Arrepio o cabelo assediando as criaturas
Que provém do jazigo,
Embriagadas nas vestes púrpuras,
A divagar na vigília da Alma...
Deliro a cantar a fúnebre marcha
Oferecendo folhas ao meu corpo,
Nesta escada coberta de chamas.

A carne ferve nos salpicos,
Orgulhosa e contagiante,
Com cascos de trovões
A desfalecer nos lábios...

7 comments:

susana said...

Está bonito!A musa continua a esconder-se???Deve ter ido ajudar a ler algo da Enid Blyton!

DarkViolet said...

missixty2000::

O poema fala sobre o tempo:)

Anonymous said...

Voltámos aos temas do ultra-romantismo?!

Como podes encontrar nesses corredores suturnos 'She'... luminosa, serena, linda!

Sensibilizada pelo teu olhar menos sombrio poisado em meu espaço.

DarkViolet said...

Miosotis ::

Acaba por ser pegar em mim e levantar os raios que me cobrem

Lord of Erewhon said...

Ai, ai... grandes conselhos de leitura que te dão...

Adorei o poema! Lê os românticos, trabalha o enjanbement... o teu talento cresce... Talvez a maturidade poética plena te venha com o passar dos 30, talento não te falta.
Abraço!

DarkViolet said...

Passar dos 30!!!..Falta muito pouco...No dia 14 já poderei ganhar a maturidade ehehehe

Klatuu o embuçado said...

JAJAJAJA!!!