Monday, February 02, 2009

Fronteira Sem Lógica

Quando a letra percorre o solto entrelaçar, ela livre retorna à sua mansão. Preencher atordoados espaços, tensão assombrada do qual a génese devora sonâmbulas modéstias. Erguer incompreendidos cálices não pode afligir o tempo do mergulho, mas a confusão existe ou o subterfúgio de perturbar imagens que florescem separadas dentro do mesmo conteúdo fazem o texto construído um ramo sem lógica. Os galhos degolados regam as fronteiras, não sei se terá um tempo infinito ou um tempo suprimido.

6 comments:

Alisson da Hora said...

"Quando a letra percorre o solto entrelaçar, ela livre retorna à sua mansão."

lindo isso... =)

a gente nunca sabe quando o tempo acontece...às vezes cremos que sabemos...mas sempre somos ludibriados por ele.

abraços!

Gothicum said...

"As quatro coisas que não voltam para trás: A pedra atirada, a palavra dita, a ocasião perdida e o tempo passado."
(Autor Desconhecido)

...o tempo dá-o o criador (seja quem ele for)de graça...cada um utiliza-o da maneira que quer... nós é que nem o tempo conseguimos ver... Abraços

DarkViolet said...

Alisson da Hora:

O tempo, a letra, e o casal da mansão. Se o trilho fosse apenas rasgar o presente, a fronteira deixaria de fazer sentido


Gothicum:

Quando o tempo for visto, ele já estar na lareira a triturar os ramos dos sonâmbulos

bat_trash said...

Infinito ou suprimido é preciso dar ao tempo o tempo que ele necessita.


Beijos.

MagnetikMoon said...

Há um subterfúgio rectilíneo que invade as saliências dos espaços,resta querer descodificar as arestas dos punhos e olhar em frente:)

Magnetikiss;)

DarkViolet said...

bat_trash:

Não se pode dar muito tempo ou ainda se vai congelar os ramos do apocalipse


MagnetikMoon:

O futuro está sempre a suspirar de alívio pelo acolhimento, isso é verdade