O funeral veste-se de um negro roxo...Envolve-se a atmosfera dentro dum atalho labiríntico até do alto do inferno descair a solidão....A capela, a igreja, a catedral. Balanço das maldições saborosas.
Monday, July 21, 2008
Silêncio Nu
O funeral veste-se de um negro roxo...Envolve-se a atmosfera dentro dum atalho labiríntico até do alto do inferno descair a solidão....A capela, a igreja, a catedral. Balanço das maldições saborosas.
Friday, July 18, 2008
Olhar de Lua
Arrepiado, flutuando na memória:
Escapa sem o olhar...
Escapa sem ver o mar...
Escapa sem o tocar...
A Lua emaranha-se em silhuetas,
Num pedaço "agridoce"
De estrelas cintilantes, ampulhetas.
O Perfume das pétalas descairá
Sobre a inundação do Ser.
Remoinhos de vibrações
Enchendo poções.
Monday, July 14, 2008
Inquirição
Passemos ao seguinte artigo
Artigo Décimo Vigésimo”
Colapso cerebral aproxima-se... Stop
“Pois...Pois...Pois”...As galinhas uivam...Stop
Momento de alucinação estagnada é decapitado... Stop
A bicicleta não tem travões....
Cuidado...
A bicicleta é minha....
Oferecida a mim por mim, para mim...
Stop... Stop...Stop...
Thursday, July 10, 2008
Lanças de Raios
Monday, July 07, 2008
Silêncio
Saturday, July 05, 2008
Torre
Erguer ramificações desabrochadas no contraste sombrio, estendido sobre a perspectiva de caminhar.
Parte do corpo é cortada...Parte do corpo é esvaziada...Parte do corpo é deslocada...
O fluxo geme na correria dos patamares, enlaçado no topo do mundo, no topo do próprio ser. Berço das sensações toca a maternidade... Voar sobre o manto das divindades.
Saturday, June 28, 2008
Monday, June 23, 2008
Caixão incógnito
Sunday, June 22, 2008
Thursday, June 19, 2008
Difusa Lua
Irei embora sem perguntar às janelas a causa de estarem fechadas. Partirei sem o tempo ter masturbado com a vontade as chamas. As cordas repletas da força das exclamações. A chuva de fumo descai no vento. Anoiteço no desespero...
Existe a folha em branco, olhos cruzados de sensações, fogo guardado do talento mágico. Múltiplas acções encontradas na imaginação, no puro vinho que escorre num corpo mutilado. As ideias mergulham a respingar nas paredes dum poço cheio de silvas. És a criação da fuga, a culminar um excerto. Transplante da Alma, transplante do Corpo. Um voar destinado a “melodiar” as orações. A hora difusa da fé...
Monday, June 16, 2008
Masturbação
Thursday, June 12, 2008
Respirar
- Devorai os mortos! Devorai aqueles que se afogam! Devorai a esperança! Chegais perto do abismo, perto da fraqueza das ossadas! Respirai...
Sunday, June 08, 2008
Saturday, June 07, 2008
Multidão
Charles Baudelaire – O Spleen de Paris – XII As Multidões
As cores são olhos misturados, desfolham mentes diversas, agarradas em palavras que saltitam dos lábios, nos gestos barulhentos, acordados pelo movimento. A licença derramada, e choram corpos. Arrepio dum congelador povoado de sentido. O som penetra a imagem do corpo feito de chamas. Surpreendido pela ignorância dos cabelos, não sou mais que a sombra voadora. E, suspiro para além da imaginação, respiro do além para guardar um retalho. Uma tela esfrangalhada de notas dançantes, criativo odor dum desespero visionário. Talvez a criatura do ordenamento chame por mim, do profundo infinito até junto das cordas dos filamentos do mar. Um resguardo contagiante da ondulação. Pó e salpicos de pó...
Wednesday, June 04, 2008
Sopro
Transparentes os patamares cantam melodias, bordos dos sentidos conectadas às asas. Sopram ao infinito um instinto de palpitações...Sopram.
Sunday, June 01, 2008
Pequenote
Sunday, May 25, 2008
Festival Eurovisão 2008
Este demónio tem uma enorme fraqueza: adora ver o festival da eurovisão. Os olhos extravagantes das notas musicais com algum jeito, formas diversas de escrever a cor como aniquilação da música. Algumas são muito construtivas...
Desta vez tive a oportunidade de ver excertos antes do dia do apocalipse. Sem dúvida dois países que me “agradaram”: Finlândia e Espanha. A primeira por ter uma música mais pesada, e a segunda por causa das “chikichiki”. Uma música se não for a brincar só pode provar que os espanhóis têm qualidade para a palhaçada. No meio, no começo ou no fim havia uns piratas, muita perna fresca e corpos semi-nus masculinos e femininos. Alguns países foram conquistados pelos ingleses e eu não sabia: Alemanha, França, Geórgia, Rússia, etc...Os bee gees são franceses...que comédia, melhor que o circo. Para não falar nos anjos do Azerbeijão com o satan na cadeira de deus, com uma gata a dedilhar pecados nos virgens. Quero ser virgem por favor.
Isso de ser júri é uma tarefa monstruosa mas cabe unicamente a mim a decisão de listar uma combinação explosiva de resultados. Terei que ser franco, ainda bem que eu não tenho favoritos, à excepção dum ou outro país que gosto mais. A sinceridade vem ao topo do meu cálice envenenado de risos.
A Espanha cuja música é no mínimo de enorme gosto circense. Ainda dão a possibilidade de aprender a contar, a fazer de robocop, e a pôr toda a gente calada. Se o Chavez sabe disso! Castelhano é uma das línguas encantadoras para estas coisas. Até entram personagens do universo das línguas soltas...
“Bum..Bum... Bum... KalashniKov... Bum..Bum... Bum...”
E a minha votação foi:
1- Noruega
2- Suécia
3- Finlândia (Linda a letra - aconselho a carregar no link e a ouvir)
E a votação do “público” foi:
1- Rússia
2- Ucrânia
3- Grécia
Quinto lugar para a Noruega. Mais uma vez as minhas qualidades musicais ficaram aquém do festival da eurovisão....
Resultados
Thursday, May 22, 2008
Poços de Gemidos
Enormes são as personagens de pedra ou de veludo que viajam dentro das memórias.
Pedra fria dos altares, profanada pelos lobos sedentos de gotas.
Pedra fria das masmorras, imaginário do bailado dos fantasmas.
A vingança dos gemidos toca uma sinfonia das grades perfumadas.
A vingança do deslize descuidado sobre a pele apodera-se das muralhas.
Ouve-se com facilidade os poços do devaneio...Dentro das orgias...
Monday, May 19, 2008
Sunday, May 18, 2008
Thursday, May 15, 2008
Faíscas Galopantes
Galopante olhar das folhas...
A resposta desdobra as palavras.
O assobiar penetra a caverna
num solto desmembrar.
Descaem salpicos:
Distantes adivinhos bebem o licor dos santos.
Murmura-se a angústia que inflama labirintos de sopros.
Dedilham arrepiantes as chamas dos ventos.
Saltitam faíscas de gelo...
Sunday, May 11, 2008
Fundação Serralves - Exposição Actual
Saturday, May 10, 2008
Bolacha Maria
Wednesday, May 07, 2008
O Texto do Amor

Saturday, May 03, 2008
Borbulhar
A fuga dum abismo será o ventre.
A melodia da treva é o fumo.
A viagem do veludo foi a navalha.
Thursday, May 01, 2008
Janela
Monday, April 28, 2008
Rosa
É o tempo do beijo; o subtil encosto. Deixei-a sem a recolher nos meus dedos. Pétalas enlaçadas ficaram na solidão. Esqueci-me dela...Não a abracei...Esqueci-me de mim...
Não é ela!
Sunday, April 27, 2008
Wednesday, April 23, 2008
Rendilhado
O esqueleto constrói muralhas intransponíveis ao olhar. Sensações negras são despidas no olhar da Alma, cobertas dum orvalho de chamas rasgadas nos luares. Murmúrio estrondoso.

Sunday, April 20, 2008
Licor de Lua
Licor de Lua
Saturday, April 19, 2008
Metamorfoses
Situo-me no fundo da sala junto duma paródia de letras. Esqueço o silêncio da sala e amordaço as nuvens para elas iluminarem o vazio.
Não entender a pergunta, nem a resposta se assemelha à pergunta.
Wednesday, April 16, 2008
Profundezas
Perguntar por algo desconhecido, pétala destilada sepulta o monstro do devaneio. Sopram os pardais da solidão, mais velozes, mais famintos. A ternura da timidez aconchega as feras.
Sunday, April 13, 2008
Thursday, April 10, 2008
Dois e Meio
Um guarda-chuva e meio.
Escondido dentro dos bosques uivava o tempo.
Marteladas incessantes do silêncio
Num assobio vertiginoso...
Havia dois sorrisos,
Um sorriso e meio.
Encapuçado fora da imaginação do sentimento.
Maravilhadas imagens da violência
Afundado no terror temeroso...
Metade da metade...
Dobro do dobro...
Geme a respiração....
Monday, April 07, 2008
Existir
Existem néctares de gotas.
Existem secretas pétalas.
Existem cânticos de chuva.
Existem teias na escuridão...
Existiam filamentos prateados, cortados aos bocados para poderem ter sido saboreados.
Wednesday, April 02, 2008
A Noite Só
Ela grita.
Ela chora.
E no silêncio ela implora.
O que é?
Sussurro notas nas luzes que salpicam as ruas. Gotas atadas dum sabor dúbio deslizam nos canteiros. Seguro-as nos lábios dos olhos, misturo-as na vastidão das estrelas.
Tuesday, April 01, 2008
Saturday, March 29, 2008
Trevas Ardentes
Ouvi-te gemer ontem à noite. Tuas garras estavam infiltradas de prazer, ensanguentadas dos rasgos de paixão. As carícias desciam no corpo das chamas a tocar o abismo das vertigens. Sulcaste o fogo dentro das teias até elas romperem tua pele. Cordas dedilhadas na sede de seres possuído.
Continuas com o sexo erecto Demónio?
Navegas sem parar nas linhas dos sinos. Tocas o inalcançável sobre as nuvens até ouvir um suspiro dos remos. São contornos estranhos que te fazem palpitar, nos sonhos e na realidade. Uma estranheza profanada em beleza, numa corrente do descarrilamento...
Terás unicamente que te satisfazer com o sonho Demónio?
Tuesday, March 25, 2008
Tormentos
O que atormenta a azeitona é não ser espremida.
O que atormenta a viagem provém do sopro.
O que atormenta o carvão não pode salpicar a Alma.
O que atormenta a tinta, o regaço da criança, ou o olhar do tempo, é a ausência.
O que atormenta a vela ilumina a tela.
O que atormenta as chamas da insatisfação bebida é a flor do mistério incompreendido.
O que atormenta a memória não pode ser cultivada pela aparência, apenas restrita numa livre escuridão.
O que atormenta o fogo são as teias.
Um tormento de paixão.
Friday, March 21, 2008
Tuesday, March 18, 2008
Calor
Servente dos desejos, o cego rosto
Cobre o guarda chuva;
Da chuva muda
O decaimento das rochas estremece...
Densa as cicatrizes resvalam
O dedilhar do ar puro,
Da varanda despida,
Do telhado molhado.
Mar além da imaginação,
Povoa o segredo da paixão.
Enroscar o pergaminho de teias.
Calor da Alma...
Sunday, March 16, 2008
Badalar
Wednesday, March 12, 2008
Beleza de Sangue
- Acordas o suspiro da Alma com essências perfumadas?
- As paredes estão escritas com sangue.
Sunday, March 09, 2008
Loneliness
A serenidade do aconchego...
“Quem tem medo do Lobo mau?
Quem tem medo do Lobo mau?
Quem tem medo do Lobo mau?”
- E se quiseres devorar a Alma? E... A pele requerer fogo? E... Possui-me!
- Tenho medo de ti, capuchinho! Fazes-me cócegas.
- Devora-me. Não perguntes porquê.
Os olhos estão escondidos. A roupa enche a solidão. Sentes-te sozinho? O sabor nauseabundo da sociedade rasga tua fuga? Provavelmente saberás qual o órgão mais importante na mulher?
Deixa-me ver as fotos dos esgotos que elas perguntam por um carinho. A audiência espera por ti. Tens mulheres despidas para te cortejar, prémios de risos, tempo desperdiçado...Terás comportamentos do vazio oco das palavras?
Fecha os olhos, liga os monitores televisivos. Sentes o abandono?
- Vêm cá Lobo mau, desejo-te acariciar....
- Tenho medo...Mas vou...Não, não vou!
- Aqueço-te. Não te como prometo.
- Vou morder, rasgar e dilacerar teu corpo.
- E a parte do violar não irá acontecer?
- Não!
Assobiar ao suspiro de navegações subterrâneas. Fogos transparentes. Nem sei onde mora o amor, se é no adeus da palavra ou no silêncio do abraço.
Hitler companheiro de Deus?! As asas não te seguram. Solidão tua, solidão minha...Caminhamos, caminho, caminhas. Buracos são decorações, o afundar na monotonia de não fugir.
“E o órgão mais importante na mulher é o nariz”
Será?
Quero o Lobo mau a uivar e se puder ser também a violar.
Saturday, March 08, 2008
Flecha Ardente
Monday, March 03, 2008
Noite de Letras
( Herberto Helder ???????)
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Pinga o pois é...
Zangado, sem pé...
Chama deflagrada...
Nos corpos orvalhados
Penduram crinas de fogo!!!
Irrompe furacões repletos de orações.
Olhar paralisado recordando a embriaguez das abertas reticências. Verter, reter, gemer, elevar o som da cor embaciada pela talhada dor... Gravar os cantos escondidos dentro da arca. Ecos que ao chegar sentem a sensibilidade. Propagar do zumbido...Balanço do vento...
Provoca-me!
Sente as vertigens...
Rasga-me!
Retêm o suspiro...
Decifra-me!
Navegar o calor do frio...
Acolhe-me!
Espelhar as florestas...
Tatua-me!
Reflexo de cabelos...
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Saturday, March 01, 2008
Punição de Voar
Será aniquilação de sorrir?
Letras cunhadas a mistério
Para misturar o perfumado nevoeiro...
Desfiar
Numa valsa
O aroma escrito;
A chama do fundir
Rebola na reflexão,
Num declínio,
Numa evaporação,
Num círculo rasgado no coração...
Desprotegida luz...
Desamparada escuridão....
Raios cavalgantes...
Voar!
Wednesday, February 27, 2008
Pedaços duma Vida
- Espalhar a desgraça.
- Lavrar a aridez.
- Inventar o sonho.
- Emoções em grades de alucinações.
“Levas uma galheta no focinho” – Mulher do Bolhão.
Sentimentos impregnados de fado – Cartaz do café.
P.S: Ainda me vou tornar no mestre do livro das reclamações. Será possível espalhar poemas em tais livros?
Ertuca Slirto Rabré!!!
Tuesday, February 26, 2008
Salpicos
Saturday, February 23, 2008
"Lugar"
Pedem tanto a quem ama: pedem
o amor. Ainda pedem
a solidão e a loucura.
Dizem: dá-nos a tua canção que sai da sombra fria.
E eles querem dizer: tu darás a tua existência
ardida, a pura mortalidade.
...
Herberto Hélder, Lugar - II
Friday, February 22, 2008
Labirinto
Wednesday, February 20, 2008
Estremecer
Monday, February 18, 2008
Plim
L
I
M
!
Aborrecido cansaço que abana o ser
Levando a querer pendurar o sorver.
Caminhar o entrelaçar das letras
A mergulhar gemidos em florestas.
O quotidiano mergulhado nas trepidações
Para vislumbrar rostos de orações
Até que se ouve a margem esquecida do dedo,
Num canto virgem do rio do medo...
P
L
I
M
!
Thursday, February 14, 2008
Wednesday, February 13, 2008
Friday, February 08, 2008
Miragem da Alma
Monday, February 04, 2008
Sino
Andam gatos com olhar desvastados...
Toca o sino! Toca o sino!
Andam retalhos de olhar escondidos....
Andam no monte os fantasmas vendidos...
Toca o sino! Toca o sino!
Salva a Alma, salva teus olhos,
Salva os dedos, salva as miragens...
Salva-te...
Toca o sino...
Esquarteja o tempo!
Tuesday, January 29, 2008
Imagens
Monday, January 28, 2008
Lavrar
A Alma dos pedintes devora os azulejos pintados ao acaso.
Tuesday, January 22, 2008
Thursday, January 17, 2008
Soprar ao Vento
Num Sopro,
Num desassossego.
Arranhar a paixão da cova ao caixão...
Forte som embriagado desce colinas de neve...
Cego ou seco...
Perfume de balas cobre o rosto.
Esfaqueado pelo gelo,
Coberto de fracturas de Alma.
Trovões abrem sepulturas
Do manto de sangue para o altar.
Corredores da escuridão
Povoados de solidão,
Rasgados com a humidade do prazer...
Silêncio fúnebre...
Medo,
Audácia,
Êxtase...
Odor do desejo penetra a suavidade.
Língua embala a vastidão do suspiro.
Reflexo do comboio despedaça o tempo.
O enlaçar do Amor...
Olho de voz aterrador respira ao compasso dos sinos.
Tenho os cabelos ao vento...
Longos até onde o veludo toca o seio.
Rasgas-me o coração?
Monday, January 14, 2008
Saudade
Altar de asas mergulha nas velas...Filamentos afiados da cantoria, sabor do balanço do fumo....Violinos...
Saturday, January 12, 2008
Tuesday, January 08, 2008
A Marcha...
Friday, January 04, 2008
Olhos Cegos
A combinação sobre a laje tumular abre fissuras de fogo. Mãos de gelo retiram filamentos de sémen... Véu embaciado nas trevas.
Monday, December 31, 2007
Brasas Embaladas
Escavar com os ardores na palma da mão até escaldar a pele, até o âmago virar gelo de fogo, até o pingar a progredir para gritar nas cavernas das teias. Som embalado de brasas dilacera o deserto...
As palavras circundam, circulam os pés nus...
Chuvisco de mais um ano...Fonte de gemidos...
Monday, December 24, 2007
Agasalho
Friday, December 21, 2007
Lareira da Noite Longa
A escuridão abrasa o segundo que escorre pelos poros. Velejar em tempos sem fim onde espreita o luar, a aconchegar as estrelas das nuvens deitadas no horizonte. Tilintar a noite longa na palma das folhas esvoaçantes. Dançam no chão, algumas nos galhos, outras no coração...Nesta transição a silhueta faz renascer nova época. Aromas a congelar essências e a transformá-las em licores para beber à lareira...Thursday, December 20, 2007
Naufrágio Ardente
Saturday, December 15, 2007
Calor do Ardor...
Cânticos sussurrantes desafiam patamares escaldantes, o desassossego cativante da mistura.
Até que chega a entrada dos heterónimos, e da mulher com fôlego. A escuridão abraça o louco dançar, da embriaguez louca de despir. Enrosca-se o calor, e abandonado ao estímulo de sentir as mãos, rodopia-se um vagaroso abrasar da Alma. Detido neste aprisionamento da liberdade o deslizamento enrola profundos desejos ao expender o infinito até à pele. O deambular das brasas seduz raios flamejantes, arcos de paixão, sensações de emoções a dilacerar as teias das veias.
Dedos que trespassam as flores vestidas, dedos derramados no vulcão. Inferno do baloiço a escrever o prazer, a rabiscar florestas de sonhos flutuantes, a endiabrar um pulsar sensual... Do ardor gemem lábios... Do calor ardem rios...Desejo forte do aquecimento íntimo...
Friday, December 14, 2007
Tuesday, December 11, 2007
Hummm...
Thursday, December 06, 2007
Run Santa Claus
You can run but you can not hide.
You can run but you can not die.
Run…Run…Run…
Fly or Die…Die or Fly...
You can run but you can not hide.
You can run but you can not die.
Butterfly…
Santa Claus…
Butterfly…
Wednesday, December 05, 2007
Gota






















