Friday, December 14, 2007
Tuesday, December 11, 2007
Hummm...
Thursday, December 06, 2007
Run Santa Claus
You can run but you can not hide.
You can run but you can not die.
Run…Run…Run…
Fly or Die…Die or Fly...
You can run but you can not hide.
You can run but you can not die.
Butterfly…
Santa Claus…
Butterfly…
Wednesday, December 05, 2007
Gota
Friday, November 30, 2007
Toques Embriagados
Será a beleza da mulher o canto do sopro do Outono? Será a ventania a esperança das rajadas devastadoras? Será a ponte o áspero gemido da inquietação?
Estreitas divagações do coração ancorado na mão.
Tuesday, November 27, 2007
Urna
Rego os dedos
Urna
Trémulo borbulhar
Borboleta
Voar
Fatias do Labirinto
Saturday, November 24, 2007
Pulsar da Lua
Com navalhas afiadas.
Cortam o minucioso compasso
Do badalar do segundo.
Espremem do cálice o sabor
Das tentações.
Costuras de veludo ou porcelanas rendilhadas...
Pulsar a noite...
Inundar o bailar...
Estremecer incerto...
Tingir a Alma...
Silhuetas de mãos...
Rasuras limadas ou painéis espelhados...
Reunir o suspiro da Lua
Em torno do Amor...
Baralhar notas feitas de gotas de licor
No retorno do odor...
Mergulhar... Afundar... Dar...
Friday, November 23, 2007
Demónio
Rio opaco escala a suavidade do tormento...
Maquilhagem!
Manta!
Tatuagem!
Rio sinuoso da fricção embalada...
Reflexo espalha-se. Devora-me...
Sinistra face...
Estranha foice...
Ardor infernal...
Rasgo gemido...
Ceifar a erecção da mão,
Gotas do sangue que rebenta.
Renascem...
Furos da paixão massacra o vento;
Perfis de vulcões.
Esboços íntimos desvendam a pele molhada;
Distender furacões.
A cera a escaldar desliza na pele...
Furar...Derreter.. Portões do Demónio.
Velas embriagadas nas trevas.
Pálido Vampiro...Puro...Levita...
Wednesday, November 21, 2007
Caixão
Monday, November 19, 2007
Santo
Fontes de telas mergulham no santo.
Sabor dedilhado com frescura.
Odor orvalhado com pintura.
Vou até ti...
Até ao fundo...
Profundo de mim...
Ciente do coração que cobre a felicidade,
Rasgo a sedução na Alma,
E tilinto a magia num sossego regato.
Rio imaculado da gentil pureza...
Friday, November 16, 2007
Nirvana
"About A Girl
I'm standing in your lineI do Hope you have the time
All Apologies
In the sunIn the sun I feel as one
Come As You Are
Come as you are, as you were…
Dumb
Help me inhale
And mend it with youWe'll float around
And hang out on clouds
Then we'll come down
And have a hangover
Jesus Doesn't want Me for a Sunbeam
Don't expect me to die.
Lake Of Fire
They don't go to heaven where the angels flyGo to a lake of fire and fry
Oh Me
Would you like to hear my voiceSprinkled with emotion...
On A Plain
In a dream my memory has stored
Pennyroyal
Distill the life that's inside of me
Plateau
To beautify the foothills, and shake the many hands
Polly
take a ride
Something In The Way
Bridge
The Man Who Sold The World
You're face to faceWith The Man Who Sold The World
Where Did You Sleep Last Night
My girl, my girl, don't lie to me,
Tell me where did you sleep last night.
…
Where the sun don't ever shine.
I would shiver the whole night through.
"
Velas de veludo ardem como balas de fogo.
Suspiros..
O trespassar da Alma...
Thursday, November 15, 2007
Flechas de Veludo
O colapso dos poços retém figuras sinistras nos rostos. Quedas de personagens despidas a perguntar sobre o genocídio dos disparos. São as flechas voadoras; os sons embriagados das sepulturas que ocupam lugares dos reflexos.
Armai os ossos de gemidos para Amar.
Cruzai o escudo do veludo.
Wednesday, November 14, 2007
Quarta
Chama escondida.
Das nuvens regam-se crateras.
Dos raios ofuscam-se abrigos.
Pressentir ao fundo da imaginação o vazio.
...Rio...
Monday, November 12, 2007
Castanhas
Carvalhos, castanheiros, pinheiros...
Dedilho as castanhas ao entardecer das sombras. Guardo amostras na suavidade do toque para formar pequenas gotas de salpicos da ribeira. Explosões de desejos Outonais...
Carvalhos, castanheiros, pinheiros...
Monday, November 05, 2007
Segunda
Abri os olhos para entreter a dança das folhas, enquanto repouso a comer ao ar livre. Sinto a brisa quente do Outono com o silêncio abrasador da pele a arder. A sombra respira o vértice de saciar a sede. Pinga o vento na viagem das cores. Aroma que contagia o eterno horizonte.
Saturday, November 03, 2007
Sábado
O rádio invade as embriagantes masmorras do demónio. Contos de árabes, harmonias de letras antigas ou o sopro da melodia das velas roxas. Ouço os galhos a ficarem mumificados ao dedilhar do fogo, propagando num suspiro toda a alma inflamada. Cânticos suspensos nos raios de sol que entram, que penetram com ardor a Lua esboçado no ar.
A Alma nua reflecte o espelho. A chama ardente tilinta o demónio.

Thursday, November 01, 2007
Quinta
Bruxa e demónio andam à solta. Fantasmas de pele despida rolam sobre o canto das castanhas e das velas. Perfume de fragrâncias, sensíveis ao desmembrar de gemidos....
Tuesday, October 30, 2007
Terça
Rego o começo da escuridão com o soltar dos cabelos. Estendo-os pelas costas a destroçar a marginal memória de quase me ter esquecido de como gosto deambular por estas ruas. Arregaçar o gemido das varandas encostadas às sombras. O tilintar escorre nos olhos das bebidas. Mecanismos mecanizados que carburam num frenesim áspero da vontade. Roçar de letras, desgaste embriagado de licores.
O silêncio do vento compõe o corpo e a Alma numa mistura. Silhuetas diluídas num chamamento infernal. Povoo o estalar das folhas.
Sunday, October 28, 2007
Domingo
Mais uma hora, menos uma hora...Rolar os dados, rolar a vida...
Silêncio das ruas toca as janelas fechadas aos raios do sol. Alguns caminhantes dormem num sonolento vadiar, outros ouvem cânticos eclesiásticos.
Chego junto duma mercearia, onde as frutas me invadem as narinas. A mistura contagiante de odores profundos, lembra os pomares onde passeava. Não com tanto poder de escolha, mas com a mesma intensidade envolvida. Penetro o local e vou escoando cada fruta para o saco de plástico. Saboroso néctar, maduro desfiar de prazeres.
Saio da mercearia, e contorno as vielas desertas. Dedilho os diferentes paladares antes que venha o infernal marchar dos pés ruidosos.
Thursday, October 25, 2007
Moon Dance
Enrolo-me na silhueta do odor...
Entras pelas folhas a suspirar;
Penetras rasgos da existência feitos de mistérios.
O sossego das estrelas enlaça-se no brilho prateado;
Amor cantado.
Notas de viagens perfuradas pelo tempo aprisionado.
Nu,
Minha Alma sente
Saudade de voar até ao calor das chamas que envolves.
Descair no núcleo do magma.
Alcançar teus elos...Vou até ti, Lua...
Sunday, October 21, 2007
Números
Antoine Saint-Exupéry – O Principezinho.
Friday, October 19, 2007
Asas
Desobstruir a reabilitação das fechaduras num sopro desgovernado. Arrancar obstáculos estrondosos do silêncio para levantar mórbidas asas. Existe fragrância na pele do tempo. Sulco que incendeia o estalar das folhas de madeira.
Tuesday, October 16, 2007
Cruz
Friday, October 12, 2007
Wednesday, October 10, 2007
A Orquestra
A interacção das pessoas confinadas ao espaço terrestre põe do mesmo lado certas teorias físicas:
- A partir do momento que pelo menos dois seres interagem o sistema não volta a ser o mesmo. O nosso sistema, a nossa sociedade, a nossa orquestra, e todos os seus contextos e intervenientes está em constante mutação.
- Quanto emitimos apenas um fotão por uma montagem de dupla fenda, ou ele passa ou não passa. Funciona o campo da probabilidade...
- Os múltiplos universos paralelos vão até onde a imaginação alcançar seu clímax.
Monday, October 08, 2007
Galhos
Os Galhos;
Labirinto de encruzilhadas, de portas.
As ventanias secretas misturam
Os Galhos;
Gemidos de carícias estalam os rios
Os Galhos;
Mistérios das nuvens, rosto entristecido,
Os Galhos;
Arrepiam cambalhotas de desejos
A desfrutar a leveza das guilhotinas...
Cortes do cru aberto, nus,
Os Galhos;
Recordar a lembrança, a loucura de trepar,
O chuvisco ao orvalhar
Sinfonias de trevas adormecidas,
Os Galhos;
Deter um movimento puro
A sepultar a terra ferida.
Os Galhos;
Anel de pétalas a cantarolar a suavidade
Os Galhos.
O frenesim arrebenta ao despido olhar.
Sunday, October 07, 2007
Enigma
Permanecem metáforas, permanece o sentido vago.
Sete voos, sete novas…
Números nus…
Treze paus, trezes estacas…
Véus separados…
Vinte três sentidos, vinte três desconhecidos…
Chuvas torrenciais…
Incógnita, enigma...
Caveira ou mineira…
Obscuro, coberto…
Archote refugiado…
Sentir o nevoeiro…
Somar
Saturday, October 06, 2007
Rugby
A França esmagou, triturou, dilacerou a Nova Zelândia.
Lindo!
20-18
Post desconexo com o tema do blog ou talvez não.
LOL
Sino
Tom ao som do tom...
Pinga!
A cor do badalar...
Sufocar...
O ar...
Ardor ou Amor!
Sem cura a dor não dura;
Ou pura ou plena verdura...
Fixar o crucifixo
Dentro da Alma,
O pingo!
Condensado gelo...
Aroma fresco...
Espelho de água...
Gestos...
Poças de salpicos...
Carroça a deambular,
Andar, marinhar...
Voar...
Thursday, October 04, 2007
A Face
O fundo ecoa dentro de mim.
Quem pergunta?
Quem sugere pintar feras na face?
Qual animal se levanta numa luta contra a vontade?
Para além da germinação empolga-se o saltitar das sementes. Punhal encravado...Suculento sabor!
Tuesday, October 02, 2007
Lago Penetrante
Folhas fazem o manto do Outono...
Saturday, September 29, 2007
Thursday, September 27, 2007
Dali
Wednesday, September 26, 2007
Arder
Monday, September 24, 2007
Saturday, September 22, 2007
Desabrochar
Friday, September 21, 2007
Queda do Vento
Wednesday, September 19, 2007
Thursday, September 13, 2007
Poços do Devaneio
Tuesday, September 11, 2007
Vento ao Monte
Viagem dum sublime olhar guardado,
Colagem ao rosto moldado.
Rodas de silhuetas que se fundem no limiar do abismo, ao vento que sobra no moinho. Do monte ecoa o livre perfumar, cânticos de pedras lapidadas.
Kandinsky
Friday, September 07, 2007
Tuesday, September 04, 2007
Pronúncia Descuidada
Resguardo
Friday, August 31, 2007
Reflexo Helicoidal...
Thursday, August 30, 2007
Poção Noctívaga
Sombras vastas, corredor de rio...
Abre-se a Alma, deslizar eloquente...
Arrebentar encharcadas mãos, dobradas ao tilintar, sedosas...
Traspassar o momento invisível
Ao tropeçar das palavras...renda dedilhada....
A escuridão das colunas,
Remem no dorso das costas,
Flutuam na encosta,
Afundam-se num olhar prateado...
Poção noctívaga...
Tuesday, August 28, 2007
Orvalho de Lua
Saturday, August 25, 2007
Arbustos Nublados
Thursday, August 23, 2007
Parabéns Susana
Monday, August 20, 2007
Já..
Contacto...4....
Interferência...5...6...7...
...
Corta...Corta...Corta...
....
Naufrágio à vista...8...
Trim...Trim...Trim...9....
....
Assalto...Alto!...
Em frente...Flecha....10...
...
Corta...Corta...Corta...
...
Pinga o suor...Arde...Vira-te....
Já!...Agora...Já!...
11...11...11...11...11...11...11...11...11..
Thursday, August 16, 2007
Monday, August 13, 2007
Labirinto
Thursday, August 09, 2007
Wednesday, August 08, 2007
Chuva Tremida
Monday, August 06, 2007
Parabéns Twlwyth
Thursday, August 02, 2007
Charco Nu
Onde abro poços na vastidão do arvoredo...
A profundidade esconde-se de mim,
E eu sigo a sombra do galho...
Partido, perdido...
Deixo cair a corrente de pedras...
Convergem ensaios de sons
Num êxtase pintado a nu...
Risco o chão, rio no charco da ribeira...
O fumo ausenta-se, sentindo o quebrar do leito...
Estendo as letras do poema contínuo...
Divago nas esferas das gotas...
Monday, July 30, 2007
Sunday, July 29, 2007
Destino
Passeia dentro das vielas...
Correndo num destino,
Arrepiado pela noite...
A esquina das arvores
Chega no remar das sombras,
A esconder os bolsos
Revirados...
Reflexo nu...
Despido na concha...
Transparente rio da fresca loucura...
Evaporo no vulcão da Lua...
Opaco destino...Mergulho...
Friday, July 27, 2007
Salpicar o Fogo
Cortina curta moldada no voar...
Baralho da fogueira em nevoeiro...
Por dentro das gotas o grito
Salpica o orvalho do fogo...
Gemido entretido...
Vestido retido...
A transparente brasa
Rejubila o calor...
Tuesday, July 24, 2007
Chiar
Lavra o manto descalço...
Mato rasgado, pousado na carruagem...
Chia cada instante perfumado...
Pequenas gotas de água
A espernear o sentido reticente...
Flutuam as pausas tilintadas...
Saturday, July 21, 2007
Wednesday, July 18, 2007
Parabéns Duende
Sunday, July 15, 2007
Eternidade

Friday, July 13, 2007
Madrugada do dia 13
Thursday, July 12, 2007
Wednesday, July 11, 2007
Silêncio do Trovão
Aberto poço da escuridão...
Contagem do declínio...
Desfalecimento...falecimento...
Rega...Chuva...Pluma...
Risco...Rasgo...
Silêncio...
Turbilhão do vulcão...
Rebordo sinfónico...
Imaginação...Vastidão..
Encosto...Entreposto...
Colosso de ossos...
Arrecadação sem arrumação...
Trovejar...
Tuesday, July 10, 2007
Homem
Os homens desgastam os ossos, atropelados na fila do momento. No lago indefinido das soluções encontra-se os assobios do vento voraz, retendo a ribeira de emoções, cortando o gemido das cheias. Aglutinar a pele rasgada, a força cruzada num destino nublado. A melhor visão saboreia o desfilar da solta despedida.Monday, July 09, 2007
Ilha da Páscoa
Friday, July 06, 2007
Atchim
Quando a garganta está inflamada....Atchim!
Quando a temperatura do corpo não é constante...Atchim!
Uma laranja..Um chá...Uma malga de leite...Atchinzinho!
Friday, June 29, 2007
Tricotar a Lua
Thursday, June 28, 2007
Taste my Blood
Encontro sons feitos de incêndios, rebusco a paz flamejada.
erótico paladar que descai nos lábios,
que se enrola no desfilar das notas.
Vou até ti. Devora-me...
Sunday, June 24, 2007
Type O Negative VII
Type O Negative
Album:"October Rust"(1996)
Música:My Girlfiend's Girlfriend
Thursday, June 21, 2007
Type O Negative VI
Type O Negative
Album: "Bloody Kisses" (1993)
Música: Summer Breeze
Sunday, June 17, 2007
Type O Negative V
Type O Negative
Album:"World Coming Down" (1999)
Música:Hallow's Eve
Wednesday, June 13, 2007
Type O Negative IV
As brasas limam o êxtase, carícia tocada pela extremidade, ardor munido de descontrolo. A loucura apodera-se das paredes que se derretem.
A lança penetra o fogo, a clamar pela ossada pernoitada nas profundidades do campo nu...” Inside of her - deep inside of her”
Type O Negative
Album:"Bloody Kisses" (1993)
Música: Machine Srew & Christian Woman
Sunday, June 10, 2007
Type O Negative III
Álbum:”World Coming Down” (1999)
Música:Everything Dies
Saturday, June 09, 2007
Type O Negative II
Embrulhei vidros neste desejo mortal da evaporação. Faço parte da lei seca, do deserto esventrado do Outono; um circo de lamentações que aniquilam o pigmento do sofrimento. Sirvo de alimento ao demónio das purezas, do qual ele se aprisiona na liberdade concedida. Meus lábios estão ajoelhados ao Amor, morte santa; moldura corrida ao vento passado. Tenho passos sem fim de onde não estou, para onde passou o que já ficou. Seguro o ramo da vela queimada, floresce o chamamento da partitura…Virá num manto, vinho tinto…” one hundred candles burning”
Type O Negative
Album:"October Rust" (1996)
Música:Love You To Death
Type O Negative I
Type O Negative
Album: "Bloody Kisses" (1993)
Música: Black No. 1
Thursday, June 07, 2007
Wednesday, June 06, 2007
Thursday, May 31, 2007
Pânico
Num frasco de notas floridas;
O esquecimento perdido está,
A lembrança cavada cairá.
Nada do ser recolhe as trincheiras.
O pânico evapora o medo
Comprimido pela luz,
Seco de esperança...
Olho teu brilho,
Enlaço a silhueta.
A lágrima descai
Pesada Alma, restolho...
Ouço o barulho do silêncio da Lua...
Tuesday, May 29, 2007
Cavalo de Fogo
Sunday, May 27, 2007
Guardador da Luz
A loucura ceifa a matriz da multidão mecanizada. Sem perguntas, sem respostas, sem a imposição de tais inquisições. O que resta no lameiro onde a chuva não pára de respingar?
Nem na mais densa floresta as questões incomodam o cinzento borbulhar da actualidade. Recreios nus sem velas…
Friday, May 25, 2007
Wednesday, May 23, 2007
Maestro
Sunday, May 20, 2007
Santa Maria da Feira - Teatro de Rua
Saturday, May 19, 2007
Garrafa
Friday, May 18, 2007
Sagradas Mãos

Wednesday, May 16, 2007
Tuesday, May 15, 2007
Tinta
Monday, May 14, 2007
Ribeira
Sinto o estremecer dentro de mim: o sol, o vento, a chuva, o granizo...Nem o próprio arco-íris escapa aos raios que saem da Alma...
Friday, May 11, 2007
Sociedade
Wednesday, May 09, 2007
Loucura
Friday, May 04, 2007
Wednesday, May 02, 2007
O Murmúrio
Ao lado dum violino,
Enquanto o embalo do peito despido
Acordou cordas.
Resta o convento do pedreiro
A velar imortais sons...
A insuportável queimadela
Desfaz-se como um corcunda
Posto ao lado do segundo...
A tenda aberta sustém o vento...
O mar sufocado abraça o vazio...
Galopo a voz tremida, a louca insónia!
O relâmpago irrompe,
Proveniente do sossego...
Tão poderoso reino da silhueta
Que diluo o meigo do formoso mel...
Deixo o incenso invadir as cavernas
Ao cruel do ardente pecado.
As chamas do lábio,
As flores do aflito gemido...
Vou até ao teu colo,
Adormecer na tua vinha,
Para naufragar a doçura
Dos pés descalços, enlaçados...
Bordo o murmúrio...
Dorme comigo Lua mágica...



















